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Espresso Cultura Fafá de Belém completa 70 anos e 50 de carreira gravando álbuns, séries e filme no Pará, depois de superar um burnout. → Prêmio Tory Burch recebeu o prêmio Hillary Rodham Clinton 2026, do Georgetown Institute for Women, Peace and Security, pelo trabalho de ampliar a oportunidade econômica das mulheres. → Chanel A Chanel celebrou com um coquetel o lançamento de iniciativas de apoio a romancistas mulheres emergentes, ao lado do Women's Prize. →
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Hisha estreia na SPFW N61 com mais volume e o bordado de sempre
 Giovanna Resende, fundadora da Hisha, estreou na São Paulo Fashion Week N61 na sexta-feira (16.10). A primeira vez da marca em uma passarela havia sido em abril, na Rio Fashion Week, quando as peças ultradecoradas chegaram a um público maior do que o que já acompanhava o trabalho. A estilista se diz mais madura, e essa maturidade se traduz em experimentações com volumetria: golas altas, mangas bufantes e ombros arredondados, embora essas apostas sejam minoria. O que prevalece são roupas de estilo boho, calças de renda ou balão, minissaias, tops de lingerie e corsets, tudo ornamentado com contas, canutilhos e metais, como manda a tradição mineira. Os acessórios chamam atenção, com cintos grossos cravejados de pedras naturais e colares de maxibolotas. Os visuais masculinos ganharam mais espaço, com camisas propositalmente amarrotadas, bermudas acetinadas e calças jeans, também ricamente decoradas. A inspiração são as paisagens do interior do estado da estilista, de onde vêm os tons terrosos e os elementos de selaria. Na prática, pouca coisa mudou desde o desfile da Rio Fashion Week. As bases dos looks seguem quase as mesmas, com transparências, tules estampados, itens recortados e muita pele à mostra. Foi com esse estilo que a marca conquistou sua clientela, formada majoritariamente pela geração Z.
A marca evolui em volume e acessórios, mas mantém a base que a clientela jovem já reconhece.
Fonte: Elle Brasil
Ouvido no balcão Logo depois de me apresentar na Rio Fashion Week, eu sabia que queria mais Giovanna Resende, fundadora da Hisha, citada pela Elle Brasil |
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Lilly Sarti leva o ano da cabra e o equilíbrio entre yin e yang ao inverno 2027
 As irmãs Lilly e Renata Sarti apresentaram na sexta-feira (16), na SPFW N61, o inverno 2027 da Lilly Sarti. Inspirada pelo horóscopo chinês, a coleção une leveza com espírito aventureiro. O ponto de partida é o ano da cabra no calendário chinês, que, em 2027, se relaciona ao yin e a atributos como sensibilidade e suavidade. A partir dessa simbologia, a marca explora o equilíbrio entre yin e yang. A estilista investiga a dicotomia entre força e suavidade ao aproximar referências românticas de elementos tradicionalmente associados ao guarda-roupa masculino. Nesse desenho, a delicadeza nem sempre aparece em tecidos leves ou silhuetas fluidas: ela também se manifesta em superfícies trabalhadas, construções estruturadas e peças de couro.
Delicadeza, nesta coleção, vem de estrutura e couro, e não só de tecido leve.
Fonte: Marie Claire
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IA da Sixone calcula quanto do resíduo têxtil pode ser reciclado
 A Sixone usa inteligência artificial para prever quanto de um resíduo têxtil pode ser reciclado. A WWD descreve a ferramenta como uma aposta em saber, antes de reciclar, o que realmente volta para a cadeia. Para chegar a essa previsão, a IA precisou entender química. A leitura da WWD é que reciclar resíduo têxtil depende, no fundo, dos químicos presentes nas roupas. O que muda para o setor é o critério: a conta da reciclagem passa a olhar a composição química da peça, e não apenas o tecido descartado.
Reciclar roupa depende da química do tecido, e a previsão da IA parte daí.
Fonte: WWD
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No radar · a agenda de hoje Em pauta · Negociação comercial entre EUA e México travada após o rompimento com o Canadá, colocando em dúvida o futuro do USMCA e a redução de tarifas sobre importações. Em pauta · OAB/DF realiza em Brasília o 3º Congresso Brasileiro de Direito da Moda. Em pauta · Unifor promove nova edição do Tá na Moda, com oficina de encadernação artesanal.
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Pra viagem Pesquise o Ateliê Masanga, no Recôncavo Baiano, e a artesã Dona Benedita, de Maricá, para conhecer o trabalho manual que entrou na coleção da Santa Resistência. Arquivo, bordado mineiro e escola de samba dividiram a mesma passarela. Fica a pergunta: de onde vem a peça que você veste hoje? |
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EDIÇÃO SELADA
Quem leu até aqui tem mais um achado desta edição atrás do lacre.
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A moda, no seu guarda-roupa
Tendência explicada.
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