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Rachel Scott e Ralph Lauren lideram os vencedores do CFDA 2026
Rachel Scott, da Diotima, foi eleita Estilista de Moda Feminina Americana do Ano na noite de segunda-feira (02/11), no Museu Americano de História Natural, em Nova York. O prêmio foi entregue por Lupita Nyong'o, e Scott superou Catherine Holstein, da Khaite, Michael Kors, Tory Burch e Wes Gordon, da Carolina Herrera. Nascida na Jamaica, Scott já havia vencido a mesma categoria em 2024 e, naquele ano, também levou o prêmio de Estilista Emergente. Na Diotima, ela combina técnicas artesanais jamaicanas com alfaiataria afiada de Nova York e da Europa. Além da marca própria, é diretora criativa da Proenza Schouler. Ralph Lauren ficou com o prêmio de Moda Masculina Americana do Ano, entregue por Matt Damon. Foi a terceira vitória dele na categoria, depois de 1996 e 2007. No ano passado, Lauren havia levado o prêmio feminino pela segunda vez, quase 30 anos depois da primeira, em 1995. Disputaram com ele Dao-Yi Chow e Maxwell Osborne, da Public School New York, Thom Browne, Todd Snyder e Willy Chavarria. Em acessórios, Naomi Osaka e Joseph Altuzarra premiaram Ana Khouri, escultora e designer de alta joalheria nascida no Brasil e radicada em Nova York, que superou The Row, das irmãs Olsen, Luar, Sophie Buhai e Coach. O Google American Emerging Designer of the Year ficou com Colleen Allen, do Brooklyn, que também havia sido indicada ao LVMH Prize 2026.
Os troféus mostram quem dita o tom da moda americana, e uma brasileira de nascença está entre os premiados.
Fonte: WWD
Dois lados da xícara ▲ Ganha Rachel Scott (Diotima) e Ralph Lauren levam os prêmios principais, feminino e masculino. | ▼ Perde Khaite, Michael Kors, Carolina Herrera e Thom Browne ficam sem o troféu nas categorias principais. |
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Fábricas têxteis ampliam pedidos e produção em outubro
 As fábricas têxteis encerraram outubro com alta em novos pedidos e em produção, segundo o índice PMI divulgado pelo ISM. Os pedidos novos subiram pelo décimo mês seguido e chegaram a 55,5%, contra 55,3% em setembro. O índice de produção alcançou 59%, 2,3% acima de setembro e o maior nível desde novembro de 2021. Dos cinco subíndices do PMI, quatro (pedidos novos, produção, entregas de fornecedores e estoques) cresceram mais rápido que no mês anterior, e o emprego perdeu ritmo em 0,3 ponto percentual. Entre os insumos, o índice de preços seguiu alto, em 75,2%, mas recuou 2,7 pontos percentuais. As importações subiram 1,9 ponto, para 52,9%, e a carteira de pedidos marcou 54,6%, queda de 1,8% sobre setembro. O ânimo piorou pelo terceiro mês seguido: 34% dos comentários foram positivos e 66% negativos. Os pessimistas citaram volatilidade de preços (62%), prazos de entrega mais longos (41%), tarifas (25%) e a guerra no Irã (21%). Os têxteis estiveram entre as 12 indústrias com crescimento no mês, ao lado de metais, máquinas, móveis e químicos.
A fábrica produz mais, mas o humor do setor piora, com preços e tarifas no centro das queixas.
Fonte: WWD
A dose exata 3ª vitória Ralph Lauren venceu pela terceira vez o prêmio de moda masculina do CFDA, depois de 1996 e 2007. |
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